Dia primeiro de junho foi dia de vitórias na construção do Movimento em Araraquara. No início da tarde, estudantes organizados acompanharam mais uma audiência do processo de sindicância que acusa alunos de desobediência cívil e pretende expulsá-los da universidade. Neste ato, todos vestiam máscaras, para mostrar que o Movimento Estudantil não tem cara e que é absurdo sindicar duas ou três pessoas que participavam de um ato coletivo. Após longos minutos de silêncio retratados por um funcionário em de uma câmera fotográfica, teve finalmente início o expediente, que não durou muito, sendo a sindicância suspensa até o final da greve.
Após o ato, ocorreu uma Plenária Conjunta das três categorias, em que a maioria dos servidores e professores falou em favor da greve contra os Decretos. Nesta mesma plenária, alguns poucos professores ressaltaram o malcaratismo com que a burocracia universitária vem tratando o Movimento Estudantil e assim colocaram-se ao lado da luta dos estudantes pelo direito de se organizar e se manifestar políticamente no interior de suas Universidades.
Durante a Assembléia, alguns alunos organizavam uma festa, parte do calendário de greve daquela semana, que visava fortalecer o movimento por catalizar a integração entre os alunos promovendo o debate em comunhão com a diversão. Contudo, não tardou para que viesse um funcionário da segurança fotografar com a seguinte fala:
- Vocês têm trinta minutos para tirar essas cervejas daqui, do contrário, chamaremos a polícia. São ordens do Diretor.
Ganhamos tempo até o final da Plenária para que o conjunto decidir o que fazer caso a polícia aparecesse. Durante reunião da Comissão de Programação, o Diretor dessa Unidade, Prof. Dr. Cláudio Gomide, veio até nossa reunião para tentar impedir que a festa ocorresse, afirmando sua posição que caso o evento se realizasse, seria aberto mais um processo de sindicância e também a polícia seria chamada ao campus para apreender as cervejas.
Frente a isso, foi feito o balanço que naquele dia houve vitórias no sentido da construção de uma unidade entre Estudantes, Servidores e professores; e que após a "fala" do Diretor, a realização da festa dentro da Faculdade talvez pudesse adiüirir um sentido contrário ao planejado. Ficou então decidido que estratégicamente a festa fosse realizada em frente a faculdade, e que isso representaria ainda mais que não é essa a faculdade que queremos. Desse modo, esse fato teve adição em seu sentido, passando a significar também que a unidade dos estudantes se constitui além dos muros, grades e cercas da Universidade e que está chegando a hora dessa unidade se mostrar cada vez mais no interior da mesma.
Dessa vez, a festa foi fora. Mas daqui pra frente, ela será dentro!
Após o ato, ocorreu uma Plenária Conjunta das três categorias, em que a maioria dos servidores e professores falou em favor da greve contra os Decretos. Nesta mesma plenária, alguns poucos professores ressaltaram o malcaratismo com que a burocracia universitária vem tratando o Movimento Estudantil e assim colocaram-se ao lado da luta dos estudantes pelo direito de se organizar e se manifestar políticamente no interior de suas Universidades.
Durante a Assembléia, alguns alunos organizavam uma festa, parte do calendário de greve daquela semana, que visava fortalecer o movimento por catalizar a integração entre os alunos promovendo o debate em comunhão com a diversão. Contudo, não tardou para que viesse um funcionário da segurança fotografar com a seguinte fala:
- Vocês têm trinta minutos para tirar essas cervejas daqui, do contrário, chamaremos a polícia. São ordens do Diretor.
Ganhamos tempo até o final da Plenária para que o conjunto decidir o que fazer caso a polícia aparecesse. Durante reunião da Comissão de Programação, o Diretor dessa Unidade, Prof. Dr. Cláudio Gomide, veio até nossa reunião para tentar impedir que a festa ocorresse, afirmando sua posição que caso o evento se realizasse, seria aberto mais um processo de sindicância e também a polícia seria chamada ao campus para apreender as cervejas.
Frente a isso, foi feito o balanço que naquele dia houve vitórias no sentido da construção de uma unidade entre Estudantes, Servidores e professores; e que após a "fala" do Diretor, a realização da festa dentro da Faculdade talvez pudesse adiüirir um sentido contrário ao planejado. Ficou então decidido que estratégicamente a festa fosse realizada em frente a faculdade, e que isso representaria ainda mais que não é essa a faculdade que queremos. Desse modo, esse fato teve adição em seu sentido, passando a significar também que a unidade dos estudantes se constitui além dos muros, grades e cercas da Universidade e que está chegando a hora dessa unidade se mostrar cada vez mais no interior da mesma.
Dessa vez, a festa foi fora. Mas daqui pra frente, ela será dentro!
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