No dia 24 de maio, reuniram-se em Assembléia os alunos da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp Araraquara para debater e deliberar principalmente sobre os Decretos de Serra e os rumos da Universidade Pública do Estado de São Paulo. Foi a opinião da maioria que esses Decretos ferem de morte o Ensino Superior Público de qualidade para tod@s, na medida em que acaba com a Autonomia Universitária no que diz respeito à gestão financeira, a novas contrações e a dissolução do tripé Ensino/Pesquisa/Extensão, ficando todas essas medidas submetidas à Secretaria de Ensino Superior e, assim, ao Executivo Estadual.
Também foi trazido a tona o debate sobre a Repressão por que passam diversos alunos em variados campi das três Públicas Estaduais. Em Araraquara, esta se manifesta no processo de Sindicância que coloca no banco dos réus quatro estudantes supostamente responsáveis por um ato político categorizado pela borocracia como um "ato de desobediência civíl". A Assembléia assim manifestou repúdio à todas ações encampadas pelas Reitorias, Diretorias e toda a burocracia universitária que tentata impedir que os estudantes se organizem e manifestem.
A partir desses dois pontos, o posicionamento dos estudantes ganhou corpo, colocando em pauta a luta pela transformação desta Universidade gerida pela burocracia administrativa em Universidade Livre e Autônoma e Democrática - a Universidade que queremos.
Após longa discussão, foi deliberada a adesão dos Estudantes da FCL em movimento de Greve contra os Decretos de Serra e pela construção de uma Universidade Livre.
Após quatro dias, os estudantes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) reuniram-se em assembléia com a participação de mais de 200 estudantes no dia 28 de maio. Foram pontos da pauta dessa reunião: assistência estudantil, Reforma Universitária, restaurantes universitários e mais verbas para a Universidade Pública.
As discussões apontaram que os Decretos de Serra figuram um processo de privatização e sucateamento das instituições de ensino superior no Estado de São Paulo, que também se afirma em âmbito nacional. Dessa mameira, a criação da Secretaria de Ensino Superior aliada a Reforma Universitária retira direitos da população, na medida em que mata a Universidade Pública.
Após todas as falas, a FCF deliberou GREVE a partir de sua pauta de reivindicações, na luta contra os Decretos, por mais verbas para a educação, assistência e RUs.
Assim, ambas Assembléias têm pauta comum favor à Greve contra os Decretos, acompanhando este movimento que se espalha por diversos campi das três Universidades Estaduais Públicas.
Também foi trazido a tona o debate sobre a Repressão por que passam diversos alunos em variados campi das três Públicas Estaduais. Em Araraquara, esta se manifesta no processo de Sindicância que coloca no banco dos réus quatro estudantes supostamente responsáveis por um ato político categorizado pela borocracia como um "ato de desobediência civíl". A Assembléia assim manifestou repúdio à todas ações encampadas pelas Reitorias, Diretorias e toda a burocracia universitária que tentata impedir que os estudantes se organizem e manifestem.
A partir desses dois pontos, o posicionamento dos estudantes ganhou corpo, colocando em pauta a luta pela transformação desta Universidade gerida pela burocracia administrativa em Universidade Livre e Autônoma e Democrática - a Universidade que queremos.
Após longa discussão, foi deliberada a adesão dos Estudantes da FCL em movimento de Greve contra os Decretos de Serra e pela construção de uma Universidade Livre.
Após quatro dias, os estudantes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) reuniram-se em assembléia com a participação de mais de 200 estudantes no dia 28 de maio. Foram pontos da pauta dessa reunião: assistência estudantil, Reforma Universitária, restaurantes universitários e mais verbas para a Universidade Pública.
As discussões apontaram que os Decretos de Serra figuram um processo de privatização e sucateamento das instituições de ensino superior no Estado de São Paulo, que também se afirma em âmbito nacional. Dessa mameira, a criação da Secretaria de Ensino Superior aliada a Reforma Universitária retira direitos da população, na medida em que mata a Universidade Pública.
Após todas as falas, a FCF deliberou GREVE a partir de sua pauta de reivindicações, na luta contra os Decretos, por mais verbas para a educação, assistência e RUs.
Assim, ambas Assembléias têm pauta comum favor à Greve contra os Decretos, acompanhando este movimento que se espalha por diversos campi das três Universidades Estaduais Públicas.
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