Todos os presentes na reunião com o Reitor da UNESP´, concordaram em assegurar o seguinte: >que a reitoria da UNESP, bem como as diretorias da FCL e da FCF reiteram a sua crença no processo democrático e reconhecem a legitimidade do movimento estudantil na defesa das Universidades Públicas Paulistas; >que há consenso quanto ao não estabelecimento de qualquer processo de caráter punitivo, seja ele a abertura de sidicância ou o que for, contra o movimento de greve e de ocupação da diretoria da FCL de Araraquara, uma vez que, conforme declara o Diretor da Unidade, a desocupação ocorreu pacificamente e não houve qualquer dano ao patrimônio público; >que a partir desta reunião todos se comprometem a estabelecer fórum permanente de diálogo entre os segmentos da Universidade; >que o Diretor da FCL de Araraquara se compromete a colocar na pauta da Congregação estraordinária, a ser realizada sexta-feira, dia 29/06/2007,a discussão da Portaria 002/06, expedida em 14 de fevereiro de 2006; >a manifestação favorável, por parte do Reitor, quanto a revogação da Portaria 002/06, propondo que o Diretor leve essa posição à Congregação, mas ressalvando porém o compromisso da Reitoria de não ingerência nas decisões da unidade; >que seja reconhecida a paralisação dos alunos na elaboração do Calendário escolar de reposição de aulas.
Retirado da carta distribuida na assembléia geral de alunos da FCL Araraquara, do dia 26/06/2007.
Sim, essa cena me é familiar... Deixa eu lembrar... Estudante-militante PSTU chamando polícia contra estudante-militante do PCO e vice e versa. Polícia para resolver problemas na eleição do CAFF...kakakakkakak
O único desses dois atos que merece alguma risada é o primeiro deles. Pois a polícia foi por uma questão idiota... Briga entre partido político? Coisa mais escrota!
Agora, nesse caso em específico? Muito pior. Pois foi caso em que a polícia, no limite, foi impedir uma mobilização política, pacífica, que tinha uma pauta de reivindicação bem definida, que havia aberto as negociações há alguns dias...
As cenas podem parecer familiáres. Mas só parecem. Numa havia uma questão de partidos políticos que se transformava em briga pessoal, semelhante às brigas de bar. Na outra há questões legítimas, que questionam o Governo do Estado, as instancias de poder no interior da faculdade.
Na primeira, não havia qualquer diálogo. Na segunda, o diálogo mais havia sido aberto.
Na primeira, foram viaturas da PM. Na segunda, foram viaturas da PM, motocicletas, dois microonibus, gás de pimenta, espingarda...
Alexandre... Nada justifica... A PM usa armas e pronto...Ou quando vcs (digo mov. estudantil do caff) chamavam a polícia para resolver problemas contra colegas, em apenas uma viatura, os policiais não viam armados? kakaka. Vc revistou a viatura por acaso? Ou pediram pra PM vir, mas sem armas e gás de pimenta, já que se tratava de resolver um problema do centro acadêmico de ciências sociais. kakaka. Vc está dizendo que vcs chamarem a polícia pode?!?!? Uma viatura pode?!?!? Contra duas meninas pode?!?!? Só vcs podem, ninguém mais?!?!?. Que absurdo! Que vergonha! Diálogo leva a um bom senso. O diálogo foi aberto. Tiveram reuniões extraordinárias de congregação, assembléias e reuniões com a direção da FCL e da Farmácia. Foram várias as tentativas, mas houve muita intransigência por parte de um movimento, que nem representativo é. Na reunião com a direção uma menina histérica gritava. Se o diretor fosse outro, se a época fosse outra, duvido que vcs teriam tanta coragem de enfrentar o inimigo assim cara a cara... kakakak A assembléia foi vergonhosamente manobrada (em que vcs levariam um banho. VCS sabiam disso, por isso ficaram com o papinho de esgotar a pauta, de discutir melhor os temas), a vontade da minoria prevaleceu, pois não houve possibilidade de diálogo com os contrários a greve e a ocupação sem que fossemos chamados de reacionários, de quem se informa apenas pela imprensa. Não consideraram o fato de que somos alunos que conversamos e que temos posicionamentos legítimos. Que vergonha, que vergonha do mov estudatil que diz me representar. Ass. Indignado
7 comentários:
gente alguém sabe o qq aconteceu na reunião com o reitor??
Todos os presentes na reunião com o Reitor da UNESP´, concordaram em assegurar o seguinte:
>que a reitoria da UNESP, bem como as diretorias da FCL e da FCF reiteram a sua crença no processo democrático e reconhecem a legitimidade do movimento estudantil na defesa das Universidades Públicas Paulistas;
>que há consenso quanto ao não estabelecimento de qualquer processo de caráter punitivo, seja ele a abertura de sidicância ou o que for, contra o movimento de greve e de ocupação da diretoria da FCL de Araraquara, uma vez que, conforme declara o Diretor da Unidade, a desocupação ocorreu pacificamente e não houve qualquer dano ao patrimônio público;
>que a partir desta reunião todos se comprometem a estabelecer fórum permanente de diálogo entre os segmentos da Universidade;
>que o Diretor da FCL de Araraquara se compromete a colocar na pauta da Congregação estraordinária, a ser realizada sexta-feira, dia 29/06/2007,a discussão da Portaria 002/06, expedida em 14 de fevereiro de 2006;
>a manifestação favorável, por parte do Reitor, quanto a revogação da Portaria 002/06, propondo que o Diretor leve essa posição à Congregação, mas ressalvando porém o compromisso da Reitoria de não ingerência nas decisões da unidade;
>que seja reconhecida a paralisação dos alunos na elaboração do Calendário escolar de reposição de aulas.
Retirado da carta distribuida na assembléia geral de alunos da FCL Araraquara, do dia 26/06/2007.
ué, mas não disseram que não tinha armas?
sobre a possível retirada da Portaria 002/06, as alunas "inimigas" do PCO voltarão a estudar, então????
Sim, essa cena me é familiar...
Deixa eu lembrar...
Estudante-militante PSTU chamando polícia contra estudante-militante do PCO e vice e versa.
Polícia para resolver problemas na eleição do CAFF...kakakakkakak
Ao "anônimo" de 27 de Junho de 2007 23:24
O único desses dois atos que merece alguma risada é o primeiro deles. Pois a polícia foi por uma questão idiota... Briga entre partido político? Coisa mais escrota!
Agora, nesse caso em específico? Muito pior. Pois foi caso em que a polícia, no limite, foi impedir uma mobilização política, pacífica, que tinha uma pauta de reivindicação bem definida, que havia aberto as negociações há alguns dias...
As cenas podem parecer familiáres. Mas só parecem. Numa havia uma questão de partidos políticos que se transformava em briga pessoal, semelhante às brigas de bar. Na outra há questões legítimas, que questionam o Governo do Estado, as instancias de poder no interior da faculdade.
Na primeira, não havia qualquer diálogo.
Na segunda, o diálogo mais havia sido aberto.
Na primeira, foram viaturas da PM.
Na segunda, foram viaturas da PM, motocicletas, dois microonibus, gás de pimenta, espingarda...
Alexandre...
Nada justifica...
A PM usa armas e pronto...Ou quando vcs (digo mov. estudantil do caff) chamavam a polícia para resolver problemas contra colegas, em apenas uma viatura, os policiais não viam armados? kakaka.
Vc revistou a viatura por acaso? Ou pediram pra PM vir, mas sem armas e gás de pimenta, já que se tratava de resolver um problema do centro acadêmico de ciências sociais. kakaka.
Vc está dizendo que vcs chamarem a polícia pode?!?!? Uma viatura pode?!?!? Contra duas meninas pode?!?!? Só vcs podem, ninguém mais?!?!?. Que absurdo! Que vergonha!
Diálogo leva a um bom senso. O diálogo foi aberto. Tiveram reuniões extraordinárias de congregação, assembléias e reuniões com a direção da FCL e da Farmácia. Foram várias as tentativas, mas houve muita intransigência por parte de um movimento, que nem representativo é.
Na reunião com a direção uma menina histérica gritava. Se o diretor fosse outro, se a época fosse outra, duvido que vcs teriam tanta coragem de enfrentar o inimigo assim cara a cara... kakakak
A assembléia foi vergonhosamente manobrada (em que vcs levariam um banho. VCS sabiam disso, por isso ficaram com o papinho de esgotar a pauta, de discutir melhor os temas), a vontade da minoria prevaleceu, pois não houve possibilidade de diálogo com os contrários a greve e a ocupação sem que fossemos chamados de reacionários, de quem se informa apenas pela imprensa. Não consideraram o fato de que somos alunos que conversamos e que temos posicionamentos legítimos.
Que vergonha, que vergonha do mov estudatil que diz me representar.
Ass. Indignado
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