Antonio Carlos Mazzeo
Prof. Adjunto do Departamento de Ciências Políticas e Econômicas
Faculdade de Filosofia e Ciências – Unesp/Marilia
Faculdade de Filosofia e Ciências – Unesp/Marilia
Hoje é um dia cinza e triste, Il pleut sur L'Université!
Na calada da noite, sem testemunhas, no mais puro estilo autocrático digno dos tempos da ditadura, a força tática e a tropa de choque da polícia militar, com a conivência presente do diretor da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp/Ar., Cláudio Gomide, executaram a reintegração de posse do prédio da diretoria do Campus de Araraquara.
Contra a truculência, as armas e o aparato repressivo da polícia de choque, o olhar digno dos rostos dos estudantes que bravamente defenderam e continuam a defender a Universidade pública gratuita e de qualidade. Contra a proposta de diálogo, os cassetetes. Contra os argumentos dos estudantes, a prisão e o 4° Distrito Policial !
Este fato demarca águas e campos na história das Universidades Estaduais Paulistas. Nunca, nem mesmo nos tempos mais duros dos anos de chumbo, uma autoridade acadêmica utilizou-se da força policial contra reivindicações estudantis. Particularmente na Unesp, onde vemos uma crescente "criminalização" do movimento estudantil, onde o diálogo e a tolerância democrática vem sendo substituídos por punições, expulsões e agora, em seu clímax, a Tropa de Choque no Campus!
Mais que inaceitável, tal ignomínia não somente assinala o caráter de um governo que se empenha desesperadamente em cumprir acordos inconfessáveis de privatização do ensino superior paulista como ― e o que se constitui no ponto de maior gravidade ―, aponta para a cooptação e a adesão por parte de um segmento dos professores à política de desmonte da Universidade pública.
Há todo um contexto nessa ação despropositada perpetrada no Campus da Unesp de Araraquara. É o início da fase repressiva do governo estadual para com os movimentos estudantis e dos funcionários do serviço público. Especialmente das Universidades, onde se encontram os núcleos de resistência mais conseqüentes. A construção de uma base política de Serra nas Universidades públicas é parte significativa para a "legitimação" da repressão e do desmonte. O apoio da mídia ― que vocifera diariamente contra as "badernas" estudantís ― e a aceitação irresponsável por parte dos reitores das "explicações" esfarrapadas do sr. governador constituem um aríete importante da ofensiva privativista sem precedentes do governo José Serra, contra as Universidades públicas do Estado de São Paulo.
Frente a isso, e aos novos acontecimentos, emblematizados na ação repressiva de Araraquara, não podemos vacilar e tampouco tergirversar. As ADs das Universidades públicas paulistas e o Fórum das Seis devem se pronunciar repudiando duramente essa ação autocrática e lesa-Universidade contra os estudantes. Mais do que isso, devemos discutir em nossas assembléias o que fazer diante de tal truculência e insanidade. Como educadores temos a obrigação de refletir com profundidade sobre o significado desse ato. Agora, "dialogam" com a tropa de choque contra os estudantes, depois, serão as punições institucionais contra professores e funcionários que se atreverem a questionar as atitudes da burocracia acadêmica e do governo de São Paulo. Na próxima greve a interlocução "acadêmica" poderá ser realizada com a polícia de choque e no distrito policial.
É na continuidade do nosso movimento que devemos responder a um ato que inicia a nova fase de "diálogos" de Serra com a Universidade pública: a do prendo e arrebento. Calados, seremos coniventes. Mobilizados manteremos nossa luta contra o desmonte e a privatização das Universidades Estaduais Paulistas.
Com a palavra, o movimento!
Na calada da noite, sem testemunhas, no mais puro estilo autocrático digno dos tempos da ditadura, a força tática e a tropa de choque da polícia militar, com a conivência presente do diretor da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp/Ar., Cláudio Gomide, executaram a reintegração de posse do prédio da diretoria do Campus de Araraquara.
Contra a truculência, as armas e o aparato repressivo da polícia de choque, o olhar digno dos rostos dos estudantes que bravamente defenderam e continuam a defender a Universidade pública gratuita e de qualidade. Contra a proposta de diálogo, os cassetetes. Contra os argumentos dos estudantes, a prisão e o 4° Distrito Policial !
Este fato demarca águas e campos na história das Universidades Estaduais Paulistas. Nunca, nem mesmo nos tempos mais duros dos anos de chumbo, uma autoridade acadêmica utilizou-se da força policial contra reivindicações estudantis. Particularmente na Unesp, onde vemos uma crescente "criminalização" do movimento estudantil, onde o diálogo e a tolerância democrática vem sendo substituídos por punições, expulsões e agora, em seu clímax, a Tropa de Choque no Campus!
Mais que inaceitável, tal ignomínia não somente assinala o caráter de um governo que se empenha desesperadamente em cumprir acordos inconfessáveis de privatização do ensino superior paulista como ― e o que se constitui no ponto de maior gravidade ―, aponta para a cooptação e a adesão por parte de um segmento dos professores à política de desmonte da Universidade pública.
Há todo um contexto nessa ação despropositada perpetrada no Campus da Unesp de Araraquara. É o início da fase repressiva do governo estadual para com os movimentos estudantis e dos funcionários do serviço público. Especialmente das Universidades, onde se encontram os núcleos de resistência mais conseqüentes. A construção de uma base política de Serra nas Universidades públicas é parte significativa para a "legitimação" da repressão e do desmonte. O apoio da mídia ― que vocifera diariamente contra as "badernas" estudantís ― e a aceitação irresponsável por parte dos reitores das "explicações" esfarrapadas do sr. governador constituem um aríete importante da ofensiva privativista sem precedentes do governo José Serra, contra as Universidades públicas do Estado de São Paulo.
Frente a isso, e aos novos acontecimentos, emblematizados na ação repressiva de Araraquara, não podemos vacilar e tampouco tergirversar. As ADs das Universidades públicas paulistas e o Fórum das Seis devem se pronunciar repudiando duramente essa ação autocrática e lesa-Universidade contra os estudantes. Mais do que isso, devemos discutir em nossas assembléias o que fazer diante de tal truculência e insanidade. Como educadores temos a obrigação de refletir com profundidade sobre o significado desse ato. Agora, "dialogam" com a tropa de choque contra os estudantes, depois, serão as punições institucionais contra professores e funcionários que se atreverem a questionar as atitudes da burocracia acadêmica e do governo de São Paulo. Na próxima greve a interlocução "acadêmica" poderá ser realizada com a polícia de choque e no distrito policial.
É na continuidade do nosso movimento que devemos responder a um ato que inicia a nova fase de "diálogos" de Serra com a Universidade pública: a do prendo e arrebento. Calados, seremos coniventes. Mobilizados manteremos nossa luta contra o desmonte e a privatização das Universidades Estaduais Paulistas.
Com a palavra, o movimento!
24 comentários:
"Nós, do movimento anti-greve"
Um movimento estudantil baseado em mentiras é um movimento legítimo? Um movimento que alega defender os interesses da Universidade pública, e no entanto, tem alunos que depredam o patrimônio público dentro da própria Universidade defendida não é um contracenso?
Movimento que pede ampliação de uma moradia estudantil que no presente ano tem vagas ociosas, é necessário? Um movimento que conta com estudantes que mais bebem e vomitam o que leram de Marx, sem nem saber direito o que estão falando (já que seus históricos são medíocres) deve ser considerado? Um movimento que se iniciou com um "Comite de Greve" não eleito pelos estudantes da faculdade e que agora brada defender os interesses da classe estudantil (embora cerca de 800 pessoas foram impossibilitadas de votar pelo fim da greve em Araraquara) deve ser levado em consideração? Movimento financiado pelo PSTU e pelo Comlutas defende os interesses universitários ou partidários? Movimento que prega o diálogo mas que não aceita visões contrárias à própria é ou não facista?!
Estudantes????
Religiosos???
Burgueses???
Afinal, o que é o movimento estudantil araraquarense?!
affffffffff! rsrs!
tem vezes que não dá pra dialogar, então a gente faz: affffff! e segue!
Bom, lá em outro post, alguém comentou sobre um texto no site do Teatro Mágico, como o site deles tá com alguns probleminhas: a leitura é bem difícil... eu resolvi reproduzir o texto aqui.
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18/06/07 - Uma nova consciência e juventude (por galdino)
Bem do fim dos anos 1970 até o começo do século XXI era forte a decepção que os mais críticos tinham dos jovens. Estes viveram, primeiramente, uma onda muito forte que dizia: precisamos ficar milionários. "Ter" era a base para obter qualquer sentido na vida. As relações afetivas eram postas de lado e um vazio existencial veio como uma terrível ressaca.
Depois era uma apatia, um "tô nem aí" generalizado que escondia o desencanto e apagava qualquer sentimento de revolta que seria típico na juventude. O que se via eram pessoas sem base para continuar uma estrada que mal começara.
Isso se refletia nas artes, principalmente na música popular. Afinal, essa é a arte que está mais próxima dos acontecimentos sócio-culturais. É também a arte construída a partir desses jovens, pelo menos em grande parte.
Bom, isso aqui não é um tratado sobre a juventude nos últimos 28 anos. Por isso estou à vontade para falar besteiras: é apenas minha visão. E minha visão começa lá fora na luz que banha o mundo, terminando em um processamento aqui dentro, em mim.
Eu sempre achei que aquela "moçadinha" mais possibilitada, pela sorte econômica e pelo acesso à boa educação, a fazer algo pelo coletivo e, óbvio, por si próprios, estava perdida em seu mundinho egoísta e alienado. Estavam mesmo. Era pegar o diploma da faculdade pública, acesso quase exclusivo deles, e adeus "país de merda!".
Detestavam tudo que fosse brasileiro, apenas pelo fato de ser brasileiro: o cinema, a música, o folclore, etc. Mas não agiam de forma criativa em relação. Ao contrário: "americano que é demais". Eu sempre me irritava com isso e pensava: "idiotas, vocês nunca serão americanos". E isso não é algo bom nem ruim por si só. É apenas um fato. Pra esse intento não adianta ter good pronunciation.
Além do mais, eu sempre soubera que nossa cultura é riquíssima e será para sempre nosso tesouro maior. Ser brasileiro: isso é maravilhoso (por si só!).
Chegamos ao novo século: a crueldade de Bush com suas guerras mentirosas e o seu desinteresse em relação ao mundo, de fato, climaticamente enlouquecido; a idéia de valorização das culturas regionais numa aldeia global; a percepção clara de que o capitalismo é crudelíssimo e de que é preciso incluir bilhões de seres humanos às mais básicas necessidades; o fortalecimento dos novos meios de comunicação; a chegada às universidades e escritórios da primeira leva de mulheres nascidas numa sociedade que lhes garante autonomia total em relação ao homem; etc e etc.
Tudo isso, não poderia ser diferente, está construindo uma nova juventude.
Parece que não, mas é dela que quero falar.
Nós do Teatro Mágico temos a honra de estarmos próximos desses jovens que querem debater, discutir, conhecer e experimentar o mundo e a si próprios. São jovens que não se curvaram aos ditames do gosto proposto pelas rádios e tvs; pelas gravadoras e produtores culturais.
Agora eles estão ousando mais.
Não são, como afirmam muitos, viciados em internete que vivem numa realidade imaginária. Pelo contrário, são BEM MAIS QUE VIRTUAIS.
A prova é que eles estão por aí: reivindicando e exigindo seus direitos. Melhor, e essas são as virtudes reais: exigem o respeito aos direitos de todo e qualquer grupo ou indivíduo que seja desrespeitado. E estão conectados, unidos. Assim se constrói uma verdadeira democracia.
Nós, farrapos, rotos, que surgimos de forma simples das periferias do Brasil, o TM, estamos sentindo isso no apoio que recebemos desse pessoal que não dá ouvidos às infelizes referências do tipo: "neo-bicho-grilos", "neo-hippies", "geração coca-cola-zero", "eu fui ao fórum internacional"... Somos mais. Estamos além dos labels. Pra lá de qualquer rótulo. Nosso apoio a todos vocês também é verdadeiro.
Que comecem a perceber esses jovens e como estão construindo uma nova realidade. Sem os tolos arremedos "baby, I love you": aqui se recria a nossa língua e a nossa realidade a partir do uso constante do que está a nossa volta: acessam o mundo e acessam seus "ins". Não contentes com o umbigo, saem buscando "sis". Não são antiamericanos nem antibrasileiros: pró-mundo-livre!
Hoje há vários jovens reclamando por dignidade nas universidades públicas. Querem dialogar justamente com aqueles que foram os "rebeldes" em décadas atrás. O caso é que agora a única rebeldia desses senhores é jurar que a "molecada" só está de farra e logo cansa. Não importa o que eles estejam reivindicando: eles não representam nada, na opinião dos nossos mandatários e de seus asseclas na imprensa. Apenas devem tirar seus diplomas e darem o fora.
Mas esses jovens parecem diferentes.
Já notei até que muitos deles crêem num mistério novo, num novo credo e não naquilo que foi pregado pelos pais de seus pais.
Sim, são os mesmos desafios: ainda lutam contra toda sorte de tirania. Há, é verdade, os infiltrados que tentam confundir os valores ao gritarem por direitos que negam a todos os outros. Isso também já foi visto. Mas nossos jovens sabem que enquanto outros fazem decretos, xigam, batem e mentem, eles fazem canções, peitam velhos canhões, amam livremente, gritam cantigas doces, lêem poesias, proferem seus refrões, sopram bolinhas de sabão sobre os escudos da tropa de choque...
Se eu pudesse, diria que é o momento de deixar todo o comodismo. É a hora de participar do mundo à sua volta. É a hora de ter responsabilidade e valorizar sem egoísmo e mesquinharia o que deve ser, conforme seu metro, valorizado e espalhado para todos os cantos.
Vamos tomar consciência de que esse "povo" somos todos nós: neguemos fronteiras invisíveis. Vamos perceber que os espaços públicos são nossos por direito e dever: tornemos salões e praças nossas. Vamos entender que os legisladores estão aí para nós e não nós aqui para eles: domemos leis e leões.
Eu estou cansado. Não de escrever, espero que você não esteja de ler. Do que estou farto, realmente, é de ter a "verdade" sempre sendo contada pela emissora G, pelo jornal E, pelo líder religioso P... Basta: façamos a vida ser nossa vida; tomemos a história à nossa pena; guiemos o destino pelas mãos.
Ora, claro que aquela juventude dos recentes anos passados tem valores inquestionáveis. Fizeram coisas maravilhosas, inclusive na música. Mas havia uma certa tristeza, um certo torpor, uma certa falta de identidade consigo mesma que culminou em algo ultraconservador, hipócrita, egoísta e falso-moralista.
Pra quem andava sem rumo eu diria o seguinte: "bem no fim do léu surgia um beleléu". Ou seja, no fim do "dane-se" estará sempre o "me dei mal!".
Lógico, em todas as épocas da história sempre haverá os saudosistas de forma intransigente. Mas o antigo neo, aquela inquietação saudável, aquele desejo de reinventar o óbvio e torná-lo em uma verdadeira novidade, sempre aparece.
Acho que a responsabilidade de vocês, jovens do fim da primeira década do século XXI, e em especial das mulheres, é enorme. Mas creio também que finalmente um espírito contestador e valorizador do ser humano despiu-se do véu acertando teens e recriando sins.
Vamos que tem chão.
Bjs e abçs.
Catolicismos, protestantismos, budismos, hinduísmos, marxismos...
fé não se discute!
O marxismo é o ópio dos burgueses.
Aeee Galera sou da UNESP Bauru.... estamos indiganados com o que aconteceu aí em araraquara...
A tentendia eh que isso continue acontecendo em outras ocupações! Mas não ficar kietos potem ter certeza
Vcs de outros campi deveriam ficar indignados é com o povinho que tem feito movimento de greve aqui no campus. Um povo sem noção que só olha pro próprio umbigo, que nunca pensou em trabalhar, que não produz e só atrapalha a vida de quem quer trabalhar e produzir. Vcs que estão de fora deveriam se enformar melhor sobre o que está ocorrendo aqui, sobre o que ocorreu na última assembleia...nada mais a dizer...apenas lamentar o que está acontecendo...Nunca vi fazer uma greve pra pedir mais livros pra biblioteca...engraçado isso né?!Reitero e concordo totalmente com o que o anônimo disse.
Lamentável o Choque na esteira autoritária do Serra.
Toda o repúdio à invasão policial.
Este, sem dúvida, é um triste capítulo da Educação Pública brasileira.
Toda força ao ME de Araraquara!
Jornalismo / UNESP-Bauru
http://grevenaoeferias.blogspot.com
Sobre o comentário do anônimo anti-grevista.
Sou à favor da greve, da ocupação e tudo mais, apesar de não participar ativamente do movimento estudantil. Não concordo com algumas coisas que o pessoal do movimento acaba fazendo, do tipo depredar patrimônio público, impedir que as pessoas que querem assistir aula assistam e tudo mais. No entanto, acho que é muito importante que alguma coisa seja feita, mesma que não seja exatamente da forma que eu acho que deveria ser. Às vezes, a calmaria e o fingir que nada está acontecendo, é uma violência ainda maior que as coisas que todos condenam no movimento.
Sobre a moradia estudantil, queria fazer uma correção. Conheço algumas pessoas que moram lá e até onde sei há realmente vagas ociosas, mas é por um problema bem mais burocrático. Existem muitas pessoas que precisam de moradia, mas não conseguem... Além disso, existe a questão da manutenção. Uma amiga me disse que existia uma goteira em cima de sua cama, assim como vários outros probleminhas que demoram um tempão para ser solucionados.
Gostaria de fazer outro comentário. Estive na assembléia das 800 pessoas. O que concluí é que a votação não aconteceu porque havia um grupo reacionário ANTI-GREVE que ficava berrando que nem louco, toda vez que alguém dizia alguma coisa com a qual não concordassem. Eram pessoas que não estavam interessadas em discutir, por exemplo, os problemas que vc apontou e muito menos ouvir o que os seus "inimigos" tinham a dizer.
Não acho que o movimento estudantil de Araraquara seja perfeito, mas acho que mesmo que não consiga nada do que reivindica, pelo menos conseguiu fazer com que as pessoas que têm o mínimo de mente aberta refletissem sobre constantes ataques sofridos pela Universidade Pública.
Acho que é isso...
Na calada da noite....
estudantes depredaram o patrimônio público... e ainda não foram punidos!!!
ah, desculpe é a lei dos pesos e medidas diferentes...
FAço minhas as palavras do movimento anti-greve!!!!
o movimento pede mais livros à biblioteca,sim.
Fotos de manifestação em S. J. do Rio Preto - SP
UNESP / IBILCE
http://rapidshare.com/files/38889094/manifestacao.zip
Apoio aos Estudantes de Araraquara...
Aos 'anti-greve'... pq se escondem atrás do anonimato !?
Não têm coragem de dizer e serem reconhecidos !?
Ah, se os alunos não pedem mais livros... quem vai pedir ?!!?!?!?
Os professores que já os têm em suas casas ?!
Sem comentários !!!!
Bom,
acho que é isso...
Abraços
olha, alguém precisava dizer isso:
VAI TOMAR NO CU!
que porra é essa? será possível que algum estudante desse merda de faculdade vai parar de encarar as coisas como se fossem pessoais? quem olha pro próprio umbigo é quem quer pegar seu diploma e vazar, quem dá voz a professorzinho sem vergonha que incita o preconceito entre os estudantes, quem ta pouco se fodendo pra haver uma portaria que vulgariza e desmoraliza a política no campus, quem acha que a sindicância é punição aos estudantes que fizeram aquela cagada nos bancos e não uma perseguição aos nomes marcados... eu não sou marxista, não sou do PSTU, discordo de todos eles, não pintei nenhum banco, trabalho, me esforcei pra que aquele bando de deseducados políticos pudesse votar naquela bosta de assembléia pra depois um viadinho "democrata" foder com tudo. que mais vcs querem? depois ainda tive que ouvir que tem gente sendo ameaçada de apanhar só pq é do movimento!
agora, o indivíduo que falou dessa história de comitê de greve devia dar o nome! que história é essa? a greve foi votada numa assembléia chamada pelos centros acadêmicos! o meu medo é que quem disse isso não seja só um aluno (sem luz mesmo!) preconceituoso e desavisado, mas um militante de algum partido q nem precisa ter "P" na sigla, mas que com certeza tem "D". no movimento eu sei quem é de partido e sei que quando fala é o partido que está falando. agora, nesse suposto "movimento anti-greve"(???) ninguém sabe quem é vinculado a partidos, e aí, quem é massa de manobra aqui? Ah sim! ninguém depredou patrimônio público, a não ser que o banespa, o real e o itau tenham se transformado em empresas junior da unesp e as propagandas nos bancos de sentar fossem de pesquisas, bolsas, programas de intercâmbio...
"Nós, do movimento anti-greve"
A questão do anonimato é simples: quem vai dar a cara a tapa para um conluío de jovens violentos que se escondem por trás de leões de chacára cedidos pelo partido?
Ao contrário deles, não temos a pretensão de nos tornarmos martíres.
Anônimo aí de cima,
aprenda a colocar acentos nas palavras antes de vir pro debate político!
Quem está depredando o patrimônio público aqui é o Serra, o Macari e o diretor de vocês.
Unesp Bauru está na luta com Araraquara!
bom, vamos por partes:
"Ao contrário deles, não temos a pretensão de nos tornarmos martíres." Poxa, essa frase abriu minha mente, quase achei melhor desistir de tudo que acredito pq um panaca pode achar que quero ser mártir...
leões de chácara do partido? que porra é essa mermão? que eu saiba o único partido que tem leõs de chácara é o PSDB e eles se chamam FORÇA TÁTICA vulgo TROPA DE CHOQUE, servem ao estado de São Paulo e estão sob comando da SSP, mas na última quarta serviram para reprimir os protestos dos que se colocam contra a insitucionalização através de decretos (violência? é eu sei) de uma política que se tenta imprimir ao ensino público já vai fazer 15 anos através de um processo lento e muito bem planejado.
tretar na internet não exatamente algo muito produtivo, portanto proponho que vc se arme desses argumentos muito consistentes que apresentou e q nós troquemos uma idéia no campus, oq acha? quem tem a temer sou eu, eu que botei meu nome aqui e a única ameaça de violência que rolou foi contra a gente.
já sei oq vai dizer: "eu não vou conversar, não. vc vai chegar com o seu grupinho de vândalos e vai levar a luta de classes às vias de fato", ou "até posso, mas por favor tome banho antes", ou então "tudo bem, mas não vale usar armas brancas"... (ou talvez vc nem seja capaz de fazer piadas tão boas) pois bem, ao contrário do que os boatos espalhados até por professores tentam convencer todo mundo, que eu saiba não houve nenhuma agressão, mas mesmo assim, caso o meu 1,60 metro e minha barriguinha te amedrontem eu deixo vc levar todos os seus amigos e até professores, vc pode pedir ajuda aos universitários tanto pra tentar argumentar quanto pra se defender caso eu resolva gritar uma palavra de ordem no seu ouvido, pode ser? caso vc tenha medo de seus argumentos acabarem e vc sair perdendo a gente combina que vc é café com leite, oq acha? assim vc não pode perder!
Aos Unespianos araraquarenses!!!!!
Sou da Unesp Sorocaba. Estou me sentindo uma merda por ter apenas acompanhado pela internet o que aconteceu com vcs!!!!!
Eu considero todos os unespianos igualmente como se nós fossemos um só campus!!!!
Amo muito toda essa galera que curti o amor e quer respeito
um forte abraço a todos vcs!!!!
Boa Tarde a todos, se é que isso é possível...
Sou estudante do mestrado em sociologia da FCL e venho através desta propor algumas sugestões a todos os interessados na perpetuação do movimento em prol da Universidade Pública. Quando da ocupação da reitoria da USP, entrei no fórum UOL de educação e é assustadora a opinião da sociedade que se encontra fora da Universidade pública a respeito do que seja a mesma, do que se produz em seu interior, das propostas do movimento estudantil, enfim o forte sentimento, muitas vezes gerados por nossa própria falta de tato ao lidar com a opinião pública, de que a universidade seria um espaço da manutenção do privilégio de poucos para poucos. Não podemos fazer pouco caso desse sentimento e nem despolitizá-lo ao rebaixá-lo ao status de "alienação", "reacionarismo", ou outras nomenclaturas com as quais muitas vezes tratamos as opiniões que por um motivo ou outro sejam diversas das nossas. É precisso engrossar nossas fileiras, utilizarmos todos os canais de comunicação, espaços midiáticos, jornais, rádio e tv para nos fazermos ouvir e associar a nossa luta a outras tão justas quanto e que fazem parte do mesmo processo que se origina de uma lógica societária específica, qual seja, o capitalismo. Disponibilizo aqui um email criado para que artigos, cartas e outras formas de manifestação possam ser enviados, onde conjuntamente com um ex-aluno da história do câmpus de Franca (onde também me formei) e que atualmente trabalha num jornal francano tentaremos publicá-lo, não só Comércio da Franca mas também em outra publicações. Obviamente, como não temos acesso ao editorial total do jornal não garantimos a publicação de todas as manifestações. No mais é isso.
Daniel Lourenço Dias
danieldiasff@30gigs.com
è uma pena que alguns "homens de poder" tenham se esquecido de seu passado, vocês não acham?
Ao bando de vagabundos:
Lamento a tropa de choque não ter sangrado boa parte destes barbudos fedidos que querem ser mártires.
Movimento de bosta. Fazem greve porque não trabalham, e não gostam de estudar. Ocupam prédio público pra fazer baderna. Marginália, pó do cocô do cavalo do bandido, câncer universitário.
Se juntar TODOS os vagabundos que estão nestes protestos, de TODAS as cidades, não dá para contar nem mil estudantes. De um universo pelo menos cinqüenta vezes maior. Representatividade nula, minoria acéfala, que caracteriza o sucateamento do ensino público. Não é o que o Serra está fazendo, é o que os predecessores fizeram. Como deixaram esta pária esquerdalha chegar a universidade?
Façam a barba, tomem banho, lavem suas partes íntimas, depilem as axilas (pras revolucionetes), e virem gente.
E apoio dos campi o cacete. É uma meia dúzia, que sofrem de acefalia tal qual vocês, que apóia a bandidagem universitária. Que pena que não vai haver punição.
Em Bauru passamos por problemas parecidissimos com o de vcs... pessoas que não participam e só fazem criticar... isso mesmo Bauru não ocupando nem nda... Por isso vcs tem nosso apoio simmm... como terão sempre todos akeles que lutarem pelo bem da universidade pública... De fato nenhum movimento estudantil eh perfeito... e tbm sou contra a participação de partidos politicos no movimento... no entanto todos que quiserem ajudar serão sempre bem vindos!!
Só mais uma coisa... Em Bauru como aki... os argumentos que a maioria dos anti-greve usam são conceitos passados todos dias pela grande imprensa... fiko mto triste que as pessoas tomem por verdade o que veem na globo, veja, estadão e esse tipo de meio de comunicação que a muito perdeu o interesse pela verdade...
Eu li no texto e concordo mtoo... precisamos fazer alguma mobilização estadual (e rápido) como forma de protesto as ações policiais que acreditam ainda estão por vir... vamos tentar nos articular através dos blogs... creio que araraquara que foi a primeira a sofrer com isso podia puxar essa mobilização...
Kelli M. Franco
Estudante de Jornalismo UNESP/Bauru
kell.franco@gmail.com
www.grevenaoeferias.blogspot.com
foi como se uma luz se abrisse à minha frente! alguém tem um prestobarba por aí?
O Bernardo tenta provar que não é gay bradando um monte de palavrões....
Caro anônimo,
Se você tem tanto peito para falar isso tudo, por que não dá seu nome?
Eu sinto muito por haver pessoas como você no mundo.
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